Divergir + convergir

O que nós queremos, a longo prazo, é que os nossos robôs vivam no mundo e aprendam com a sua experiência relacional. Temos estudado os processos de aprendizagem com psicólogos e estamos a tentar rebater esses processos nos robôs. É aquilo a que chamamos pensamento divergente e convergente na criatividade. O pensamento divergente é quando uma criança, por exemplo, explora soluções completamente diferentes para resolver um problema e nenhuma solução tem a ver com outra, usando caminhos alternativos e não forçosamente relacionados. E quando, a certa altura, há uma solução, que por algum motivo parece melhor ou traz alguma vantagem face às outras, o que as crianças tendem a fazer é melhorar essa solução, num gesto convergente. Estudámos em crianças esta combinação de exploração em largura e da optimização em profundidade. Filmámos crianças a montar estruturas em Lego e tentámos perceber e classificar os seus processos. Queremos transportar esse tipo de pensamento divergente e convergente para os nossos robôs.

Entrevista com José Santos-Victor, especialista na área da visão por computador e na robótica, para ler aqui.

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